Existe um caso em que Portugal, entre três dezenas de países, ocupa o primeiro lugar. É o da política de acesso à nacionalidade, a que o Índice de Políticas de Integração de Imigrantes (MIPEX) deu a pontuação mais elevada: 86 pontos, seguido pela Suécia com 73 e pela Alemanha com 72. Para isto ter acontecido, há um antes e um depois cujos limites podem ser fixados em 2006. Nesse ano, a lei da nacionalidade foi alterada no sentido de reforçar o princípio de jus soli (critério de solo) em relação ao de jus sanguinis (critério de consanguinidade), promovendo a naturalização de imigrantes de segunda e terceira geração aqui nascidos e que não eram considerados portugueses.
Solo ou sangue? Provavelmente os dois
