Brincadeira à parte, nos dois últimos relatórios sobre a integração dos imigrantes (Mipex) a vertente da participação política é referenciada como a área em que Portugal deverá fazer um maior esforço, enquanto dimensão importante de integração dos imigrantes e dos seus descendentes. Por outro lado, num estudo recentemente apresentando na Fundação Calouste Gulbenkian, "Inquérito a Cidadãos Imigrantes - A Experiência de Integração dos Imigrantes em 15 cidades", ficou claro que os imigrantes não almejam a representação política de forma ghettizada, ou seja, por uma questão de terem simplesmente um descendente ou natural de um país qualquer ou mesmo alguém de tem a mesma tonalidade da cor da pele.
A questão não é por aí. Almejam isso porque quer dizer que a sociedade de que fazem parte cria condições para uma verdadeira integração e não querem sentir-se sub-representados. Quando um país não espelha a sua diversidade isso quer dizer que existe um filtro que deveria preocupar a todos...
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DN: Portugal unicolor
